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Vou deixar de festejar...

por Maki, em 29.12.15

Hoje sairam as notas do ultimos teste do semestre, peguei na calculadora, fiz a media e obtive 9.58. Fiquei louca, saltei, sorri, gritei depois apercebi-me que cada teste tinha um peso diferente na media... Vou a exame por 0.10 valores.

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publicado às 21:14

Não vão por ai...

por Maki, em 23.12.15

Pressão psicológica e tentativas de manipulação são sempre má ideia, não sei porque raio é que as pessoas ainda as tentam usar, mas a verdade é que ainda o fazem... E por vezes funciona... Mas por favor não me tentem dar a volta com essas tretas que eu não tenho paciência nem jeito para fingir que está a funcionar.

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publicado às 13:20

Estava eu preparadíssima para me aventurar nas compras de Natal em cima da hora quando ao ir para o metro encontro uma cigana que me tenta impingir umas pulseiras e uns óculos, após explicar à senhora que não usava pulseiras, que os únicos óculos que posso usar sem ver o mundo desfocado são os meus e lhe dar umas moedas que tinha no bolso ela disse-me para ficar com a pulseira, claro que não aceitei (até porque não uso mesmo pulseiras) mas comecei a questionar a minha aparência... Afinal, no espaço de um ano esta é a segunda senhora que me pede dinheiro e me tenta oferecer algo em troca (se bem que na outra vez a senhora queria devolver-me o dinheiro e dar-me mais uns trocos que tinha).

Devo ter mesmo mau aspecto... 

 

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publicado às 18:45

Quando és um dos rapazes

por Maki, em 18.12.15

"Queria eu ter a tua sorte e estar rodeada de homens!", já ouvi isto vezes sem conta, segundo as minhas amigas é optimo estar rodeada de homens, isto porque elas acham que eu tenho um harém invertido o que está longe da verdade. Os meus amigos não me metem num pedestal, não se fazem a mim nem são estupidamente simpáticos por eu ser a única rapariga do grupo, muito pelo contrario, eu acabei por me tornar um deles.

"Estás a exagerar! É claro que eles não olham para ti como se fosses um gajo!", talvez não olhem para mim como se fosse um gajo, mas definitivamente tratam-me como se fosse um, hoje passei demasiado tempo com eles, sim, demasiado tempo. Ri-me como uma perdida e passei um bom bocado, mas chegou a um ponto em que o meu cérebro colapsou e só desejei ter alguma rapariga perto para eles se comportarem decentemente... Numa tarde consegui ver mais gajas de tanga do que em todo um dia de praia, vi-os a correr em plena sala para mostrarem a gaja boa que tinham acabado de encontrar no instagram aos amiguinhos que estavam na outra ponta, aturei as suas suplicas para lhes fazer um arranjinho com alguma das minhas amigas, tive a agradável experiencia de sentir o aroma de flatulências alheias, falar de rotinas de defecação e afins. (Sim, nós não nos limitamos a falar de cócó, temos também a oportunidade de sentir por breves instantes a fresca fragrância que acompanha o acto de evacuação de alguns deles.)

 

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publicado às 18:18

Não me lixem!

por Maki, em 11.12.15

Hoje entreguei um projecto. Após 4 dias sem sair de casa, a dormitar entre duas a tres horas enquanto os meus colegas realizavam o seu sono de beleza de pelo menos 6 horas com a desculpa do "amanhã de manhã quando acordar faço", tive 0. A parte que os meus responsáveis colegas realizaram deu borrada e eles só se lembraram de começar a tentar resolver as coisas seis horas antes da entrega. Ontem eram duas da manhã quando lhes liguei a dizer que não podia ser assim, a explicar que o projecto não ia funcionar e que eles pelo menos deviam tentar resolver as coisas em vez de dormir. Ou pelo menos liguei com esse intuito porque ninguém me atendeu... Como vi que aquilo não ia dar em nada desisti e fui dormir também. Quando acordei e deparei-me com umas quantas mensagens, uma delas começava com "tem lá calma! vou agora tratar disso!". Ri-me, a verdade é que me ri bastante com aquilo, ri-me provavelmente porque já tinha chorado tudo o que tinha a chorar nos dias anteriores e após tanto tempo a dormir pouco a minha sanidade mental começa  a escassear. Caguei e fui preparar-me para ir ás compras. 

Vi-me ao espelho e assustei-me. Estou amarela, as minhas olheiras estão enormes, parece que me deram dois murros na tromba, e até parte das minhas bochechas perdi... agora que penso nisso sou capaz de me ter esquecido de comer uma ou outra refeição. E tive 0 :) 

Não os culpo só a eles, se eu fosse toda potente e inteligente tinha-me desenrascado. Mas não sou e não consigo fazer o trabalho de três pessoas. Mas culpo-os pela minha falta de sono. Pela sua falta de foco. Culpo-os por passarem  mais tempo a criticar o que eu fiz do que a fazer o que deveriam ter feito. Culpo-os por não terem consciência do tempo. Custa-me acreditar que eles tenham sequer pensado no que faltava fazer antes de irem dormir, mas custou-me principalmente os ataques que as partes que eu fazia -muitas delas da responsabilidade deles - enquanto eles dormiam. 

Houve uma altura em que eles festejaram ao submeter o projecto "NÃO VAMOS TER ZERO!", eu ri-me, mas não lhes estraguei a festa e mantive-me calada enquanto começava a estudar para uma frequência que tenho segunda. Quando saiu a nota (isto foi meio automático e tal), ou seja, o zero. O mundo caiu-lhes em cima, assim como me tinha caído varias vezes nos últimos 4 dias. Começaram a lutar desenfreadamente para tentar ter pelo menos um valor. Mais pela teimosia do que propriamente pela nota. Se eles tivessem trabalhado com um quarto desse afinco nos últimos 4 dias talvez tivéssemos um 1, talvez tivéssemos um 10... Mas 6 horas antes da entrega? 

Odeio trabalhos de grupo.

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publicado às 13:26

Oh não me venham com tretas!

por Maki, em 07.12.15

Este fim-de-semana foi relativamente critico, apesar de estar cheia de trabalhos e ter 5 testes para a semana (yeey) fui para a terrinha, como era fim-de-semana prolongado não havia lugar no autocarro que queria, por isso acabei por chegar bastante tarde.

No sábado, apesar de estar meio morta acordei às oito da manhã e joguei-me ao trabalho, era meio-dia quando acabei uma parte, quando o ia testar o meu computador resolveu ser um amor e perder-me o trabalho. Chorei. Chorei muito... Demasiado... Gritei? Talvez... Se fosse um trabalho individual tinha desistido mas como era de grupo respirei e voltei a pegar no computador. Com alguma repulsa devo admitir... Desta vez foi mais rápido porque ainda me lembrava e tal, testei e funcionou, fiquei super feliz! Quando me preparava para mandar o trabalho ao grupo voltei a perde-lo... Ri-me, e chorei... Não vou mentir... Fiz ambas as coisas... Mas desta vez fiquei demasiado irritada para sequer pensar em desistir. Peguei outra vez no computador e joguei-me ao raio do trabalho. Testei, guardei em 3 sítios. Testei outra vez. Inventei os pior problemas de que me lembrei e o bacano funcionou. Fiquei radiante, enviei o trabalho e às três da tarde lá me levantei para almoçar e fazer o meu xixizinho.

Hoje disseram-me que a parte que fiz não funcionava. O meu mundo caiu. Fiz aquela porcaria e testei-a imensas vezes aquilo funcionou sempre e agora estavam-me a dizer que o problema era meu? No entanto aceitei que podia ser e joguei-me ao código à procura do erro. Nope. None. A parte que eu fiz continuava forte e potente quando não estava no meio das coisas dos outros (ou seja, o erro não era meu). Expliquei o que se passava, e que devia ser um erro anterior que ao chegar lá lixava aquilo. Não acreditaram. Ainda agora não acreditam...

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publicado às 19:46


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