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A parva sou eu...

por Maki, em 15.11.16

Na semana passada tive um teste, o teste correu-me mal, muito mal, até porque só tive 2 dias para estudar, mas resolvi ir ao teste porque não tinha nada a perder. Depois de entregar o teste encontrei-me com um... um... moço todo sorridente que me disse "o teste foi fácil, não achaste?", não... Não achei... Nem lhe respondi... Entretanto, ainda dentro da sala ele termina o seu monologo com "Eu achei super fácil e não estudei nada, mas tinha as cábulas todas na calculadora! Ahahah". Nesse momento tive vontade de o esmurrar, de lhe partir os dentinhos todos que andava a mostrar pós teste enquanto se vangloriava de usar cabulas.

Mas a parva sou eu que prefiro ter um 6 a ter um 16 através de cabulas, a parva sou porque a simples ideia de fazer cabulas me dá arrepios, a parva sou eu porque demorei 3 anos a me aperceber que para que as avaliações sejam justas é mais fácil as pessoas que não usam cabulas passarem a usar do que fazer com que as pessoas que as usam as parem de usar. 

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publicado às 12:34


2 comentários

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De Catarina a 15.11.2016 às 14:09

Não és a única. Tive 3 anos para conseguir fazer uma disciplina. Tinha bastantes dificuldades e não conseguia atinar com aquilo. Toda a gente fazia a disciplina graças as cábulas. Custou fazer, mas terminei a disciplina com nota mínima e sem recurso a cábulas e, para mim, isso é um motivo de orgulho.
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De Simple Girl a 15.11.2016 às 22:35

Como te compreendo! Tinha uma amiga assim, vangloriava-se por passar às cadeiras com cábulas. Também a cheguei a usar, não tive outra opção em alguns momentos mas não me vangloriei porque não me orgulho disso, preferia ter passado sem as usar. Mas ou as usava ou corria o risco de ir para o mestrado com duas cadeiras de licenciatura para fazer porque tinha brancas nos testes dessas duas cadeiras que só fiz à terceira (foi quando as usei)... Teve que ser, embora não me orgulhe.
Mas acho que uma coisa é usar de vez em quando, em situações extremas e sem andarmos a dizer isso aos sete ventos, outra diferente é ter orgulho em passar sem se perceber o que se fez num teste porque se usou "auxiliares de memória"...

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